Imagine uma sala de aula vazia. Completamente vazia. Sem lousa, sem carteiras, apenas paredes brancas, um piso emborrachado e talvez almofadas ou puffs espalhados ao longo das paredes. Você acreditaria que essa será a sala de aula do futuro?

Essa é uma possibilidade concreta num mundo onde as tendências indicam que a Educação será invadida pela realidade virtual, realidade aumentada e realidade mista nas próximas décadas.

Tecnologias que reproduzem ambientes reais e os transformam em experiências imersivas virtuais reproduzem praticamente tudo. Desde os cenários aos objetos de uso pessoal, tudo pode ser virtualizado.

Os alunos, numa aula sobre o corpo humano, entrarão numa sala vazia, colocarão seus óculos e como num passe de mágica estarão navegando nas artérias de um braço, como se miniaturizados. Para fazer anotações pertinentes, selecionam em seu “toolkit” uma caneta e um caderno virtuais e escrevem usando seus dedos, ou mesmo utilizam de um log de áudio ou digitam em um teclado virtual.

Graças a luvas hápticas os alunos poderão “tocar” as hemácias, sentindo sua textura como se fossem reais.

Nessa sala os cenários podem ser únicos para todos os alunos, ou individualizados de acordo com a demanda de cada um. E não há limites para o que pode ser usado como ambientação: planetas, o fundo do mar, o período Jurássico, a Idade Média… o aprendizado imersivo será muito mais prático, muito mais baseado em experiências e por isso mesmo muito mais eficiente e memorável.

Estamos nos aproximando dessa possibilidade. Com a Realvi os alunos já conseguem conversar em inglês com personagens virtuais que respondem de acordo com suas falas e que ativam experiências as mais variadas em ambientações virtuais e de realidade aumentada. O modelo BYOD (Bring Your Own Device) barateia o custo de implementação dessas tecnologias.

Os resultados têm sido muito expressivos nas escolas que estão utilizando esta solução de educação bilíngue. Alunos das gerações Z e Alfa, nativos digitais, conectam-se automaticamente com uma proposta digital e de certa forma desescolarizada. Com isso sua desenvoltura na aula ganha um impulso significativo. Motivados intrinsecamente os alunos rendem mais e seu processo de aprendizagem tem uma eficiência muito maior.

Acredite: sua sala de aula no futuro pode ser vazia. E pode ser muito mais interessante do que as salas de hoje, repletas de carteiras, lousas e quadros de avisos…